2 de fevereiro de 2015

Resenha - O Grande Hotel Budapeste

Título: O Grande Hotel Budapeste
Elenco: Ralph Fiennes, Tony Revolori, Jude Law, Tilda Swinton, Adrien Brody, entre outros
Direção: Wes Anderson
Gênero: Comédia
Duração: 99min
Ano de Lançamento: 2014

Nota: 5/5 


Em 1932 Gustave H. é o aplicado gerente do Grande Hotel Budapeste, localizado em Nebelsbad, na ex-república de Zubrowka, na fronteira mais oriental da Europa. Por conta do testamento de Madame D, uma rica e frequente hóspede, que lhe deixa um valiosa pintura, tanto sua vida, como a do mensageiro iniciante Zero, sofrem grandes mudanças.

Hoje eu venho escrever para vocês sobre o dia que me apaixonei por um hotel.



Comecei o ano de 2015 com muitos objetivos, entre eles assistir mais filmes, na verdade quero assistir 50 filmes, e para me ajudar a cumprir essa meta, resolvi assistir alguns filmes indicados os Oscar 2015, pois sou madura *cof cof*

Antes da minha resenha começar, vou deixar bem claro que não sou uma entendedora de filmes. Não sei informações técnicas, muito menos o linguajar de um cinéfilo e não pego as inspirações que os diretos pegaram de filmes das décadas de 20, 30 ou 40. O que eu sei é quando um filme é bom ou ruim, se ele me faz querer fazer com que todos os meus amigos assistam ou se ele vale apenas um “vou xingar muito no twiter”. Me desculpe os entendedores, mas na verdade eu acho esse papo cheio de termos técnicos um pouco chato.

Dito isso, vamos falar do filme mais lindo que assisti nesse primeiro mês de 2015.

Tenho séries problemas em resenhar meus filmes favoritos, pois sempre acho que a paixão vai falar mais alto que o racional, mas enquanto escrevo essas palavras, percebo o quanto isso é idiota. A paixão que importa, foi esse sentimento que o Grande Hotel Budapeste despertou em mim.

O filme é simplesmente encantador. Não existe uma grande trama por trás, uma reviravolta que vai explodir sua cabeça, apenas uma história de nostalgia dentro de uma história inteligente e prazerosa.

O aspecto visual já te conquista. A fotográfica é maravilhosa, mas o que me conquistou mesmo é como a forma da tela muda com o passar do tempo (na década de trinta a tela era mais centralizada, tendo aquelas duas grossas faixas pretas nas laterais, mas quando o filme falava sobre o tempo atual, a tela se expandia, como estamos acostumados). O ambiente que envolve o filme é exagerado, mas ao mesmo tempo é aquilo que você sempre imaginou, por exemplo, ao ler um grande livro de aventuras.

E que aventuras! Nesse filme existem várias tramas: um assassinato suspeito, um bromance da década de 30, uma história de amor, um vilão para ser odiado, personagens para se apaixonar perfeitamente e algumas cenas em um presídio que tem fazem ficar com um sorriso no rosto.

É um filme maravilhoso para quem ama aventura e cinema. É um presente do diretor Wes Anderson.

Existem tantos atores maravilhosos nesse filme, que alguns fazem participação de luxo em algumas cenas. Porém, tenho que destacar a atuação de Ralph Fiennes. Titio Vold está esplêndido nesse filme: Gustave é excêntrico, inseguro, galanteador e principalmente um ser humano admirável. Um perfeito herói torto que são mil vezes melhores do que os heróis certinhos e chatos.

Se vai ganhar o Oscar? Quem sou eu para saber. E na verdade quem é o Oscar para dizer isso também? Não estou desmerecendo a Acadêmica, simplesmente acho que o sorriso que surge no meu rosto e de outras pessoas quando o assunto é Hotel Budapeste já diz muita coisa.

3 comentários:

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  2. Curti. Curti curti curti e tô.morrendo de vontade de assistir
    Beijo !

    www.eunomadiando.blogspot.com.br

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  3. Eu adorei esse filme! A fotografia é realmente cativante, tão particular e tão bonita nas cores. E a história é realmente cheia de aventuras, mas não aquele clichêzão de sempre, e sim de histórias tão bacanas e bonitas. Enfim, gostei muito do post! :3
    Beijo, Bruna S. ♥
    Chanel Fake Blog

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